Caderno, planilha ou WhatsApp: a portaria já anota. O que falta é o registro responder depois — a que horas a caixa chegou, quando ficou pronta para retirar, e quem levou. A Sempre Entrega faz esse registro no celular que já está no balcão: com foto, com hora, e com o nome de quem levou.
O que acontece hoje
Comprar pela internet virou rotina, e o balcão que recebia duas caixas por dia hoje recebe dez, vinte, quarenta numa visita só. E o registro acontece no meio de tudo: o entregador com pressa, o morador perguntando pela dele, o interfone tocando, o portão abrindo.
Uma linha por volume, escrita à mão, com o entregador esperando. Às vezes duas — uma no livro do entregador, outra no do morador. Quanto mais caixa chega, mais tempo o balcão fica parado.
Alguém digita depois, quando dá. Só que "depois" é o fim do plantão: o que chegou nas últimas horas entra no dia seguinte, entra errado, ou não entra — e quem assume o turno não sabe o que está na prateleira.
Avisar é uma mensagem por morador, uma a uma, no celular do balcão. E o registro é a conversa: ela some no meio das outras, e vai embora junto com o aparelho ou com o funcionário.
| O que falta | Por quê |
|---|---|
| Hora | caderno e livro registram data. A hora em que a caixa chegou e a hora em que ficou disponível não existem em lugar nenhum |
| Soma | quantas estão paradas, de quem, e há quantos dias — só folheando |
| Prova | uma assinatura numa linha não diz quem trouxe, o que era, nem mostra a caixa |
Numa única entrega chegam quarenta, cinquenta, sessenta volumes. E quarenta códigos na lista do transportador são quarenta linhas escritas à mão no caderno — ou quarenta digitadas na planilha, depois.
A sua portaria, do seu jeito
Bloco, Torre, Ala, Edifício, Quadra, Lote, Sala, Conjunto, Andar. Ou nada — um endereço só, com o número da unidade.
Porteiro, zelador, gerente predial, folguista, a equipe da empresa de portaria. Cada um com o seu nome — e é o nome dele que fica no registro.
Prateleira, sala de encomendas, armário do zelador, embaixo do balcão. O aplicativo registra onde ficou.
O que muda
Quarenta volumes deixam de ser quarenta linhas escritas à mão. A unidade num toque, a foto no lugar da descrição, e o aviso ao morador saindo no fim — sem o balcão parar.
Quem está atendendo, qual transportadora, foto de quem trouxe e quantos volumes ele declarou. Dez segundos, com o entregador ainda na frente.
A unidade num toque e a foto da etiqueta. O contador confere com o número que o entregador declarou — e avisa se não bater, sem travar nada.
Cada caixa ganha um código de retirada, e sai um aviso por unidade — com os códigos dentro, para todos os contatos cadastrados daquela casa.
Ele informa o código, o porteiro toca no nome de quem está levando, e a entrega fica provada. Sem papel para assinar, sem assinatura na tela, sem caderno para folhear.
Quando some uma caixa
Uma tela com tudo o que aconteceu com aquele volume, para imprimir ou mandar por e-mail: quando chegou, quem trouxe, a foto do entregador e a foto da etiqueta, quem catalogou, quando o aviso saiu e para quem, e quem retirou.
| Além do dossiê | |
|---|---|
| O que está parado | por unidade, e há quantos dias |
| Relatório em Excel | por período, por bloco, por unidade ou tudo |
| Quem atendeu | registrado em cada recebimento e em cada entrega |
| A página do morador | ele confere se já pode descer, sem ligar para a portaria |
Os dois números
O marketplace avisa o morador no segundo em que o entregador chega na portaria — e a partir dali o relógio é da casa. A Sempre Entrega mede esse intervalo: quanto a caixa leva para ser registrada e ficar disponível. Com esse número o morador ganha previsibilidade — ele sabe quando pode descer, em vez de descer para conferir.
Tempo de liberação — quanto a portaria leva entre o entregador chegar e o volume ficar disponível. É o número que diz se falta gente na segunda à noite, se vale combinar horário com as transportadoras, ou se o problema é espaço.
Tempo de retirada — quanto o morador leva para descer buscar. É o número que transforma o comunicado do síndico em conversa com dado, e o que diz se a estante está cheia por causa da portaria ou por causa dos moradores.
Os dois passam a existir no primeiro dia de uso — e é por isso que o teste de quatorze dias vale mesmo que você decida não continuar: você fica com os números.
Preço
Boleto no CNPJ do condomínio ou cartão — o que a prestação de contas pedir. Nota fiscal todo mês.
O aplicativo funciona com ou sem o aviso automático por WhatsApp. Sem ele, o porteiro manda o recado num toque, pelo aparelho da portaria, e isso não custa nada. Com ele, o aviso sai sozinho para todos os moradores do apartamento, na hora em que a caixa fica disponível — e essa mensagem tem um custo por envio: R$ 0,05, cobrado à parte e só pelo que foi enviado.
* Quem cobra por mensagem é a Meta, dona do WhatsApp. A Sempre repassa esse valor em vez de embutir na mensalidade. Para dar ordem de grandeza: 500 mensagens no mês, R$ 25; 1.000, R$ 50; 2.000, R$ 100. A regra de cálculo está nos termos do contrato, e o relatório do mês mostra cada linha, por apartamento.
Carteira
Empresa de portaria, administradora e síndico profissional têm o mesmo problema multiplicado: a reclamação de encomenda chega a você, não ao prédio. E é você que precisa responder com alguma coisa melhor do que "vou verificar".
Todos os prédios num contrato só, com uma fatura mensal e uma linha por condomínio — para você repassar, ratear ou absorver, como preferir. E o preço acompanha o tamanho da carteira. Sem exclusividade, nos dois sentidos.
A base é sempre do condomínio — ele é o controlador dos dados. Se você deixar de atender aquele prédio, o histórico não vai embora nem é apagado: o condomínio decide se segue. Vale nos dois sentidos, inclusive quando o prédio chega de outro fornecedor.
Perguntas
Não. É um endereço de internet: abre no celular que já está no balcão e no computador da portaria. No celular, "adicionar à tela de início" faz virar ícone e abrir como aplicativo. Pode usar em quantos aparelhos quiser — é a mesma base ao vivo.
Não. Ele recebe o aviso com o código de retirada — por e-mail, por WhatsApp, ou pela página dele, que diz se a encomenda já está liberada. O aviso vai para todos os contatos cadastrados daquela unidade: não existe titular, e numa república os quatro recebem.
O registro continua: o porteiro grava no aparelho e sobe sozinho quando a conexão volta. A única coisa que precisa de internet é conferir o código de retirada — e para esse caso existe a entrega pela unidade, que é o mesmo caminho que a portaria já usa no caderno hoje.
Dá para corrigir, e nada é apagado de verdade: remover um morador é desligar, não excluir — as entregas que ele já retirou continuam registradas. Toda alteração fica com data e com o nome de quem fez, que é justamente o que serve quando some uma caixa.
O condomínio é o controlador dos dados e a Sempre atua como operadora, na definição da LGPD. Cada condomínio tem uma base exclusiva, em arquivo próprio — nenhum cliente enxerga o outro, nem por engano de filtro.
É sua, e sai com você a qualquer momento — é um arquivo, entregue por e-mail ou link. Não há fidelidade e não há multa. Ao encerrar, entregamos a base e apagamos a nossa cópia.
Não. A base é do condomínio, sempre — inclusive quando quem paga é a empresa de portaria. Trocando a empresa, o registro continua onde está e o condomínio decide se segue com o aplicativo. É cláusula de contrato, não boa vontade.
Nada disso. A fita crepe com o número da unidade continua como está — o aplicativo só acrescenta o que escrever nela. Impressora entra se você quiser imprimir o dossiê de um extravio, e uma impressora comum serve.
O aplicativo fica no ar assim que o seu acesso é liberado. Depois são uns dez minutos: conferir como o prédio chama a divisão e colar a lista de moradores que a administradora já tem, em Excel ou CSV. Sem a lista ele funciona igual — só não avisa ninguém ainda, e a tela mostra na cara quantas unidades ficaram com contato.
Começar
Você usa com a base do seu prédio e decide depois. Se não servir, não faz nada — não há o que cancelar. E se servir, a base continua sendo sua: ela sai com você a qualquer momento. Não pedimos cartão para testar; os dados da nota fiscal a gente pede no fim dos quatorze dias, se você decidir seguir.
Quero testar quatorze diasVocê cria a conta com o seu e-mail e uma senha, dá o nome do condomínio e o teste começa. Depois, convida o celular da portaria por um link ou QR code, e pode cortá-lo quando quiser. Sem instalação, sem equipamento e sem fidelidade.